Em 2010 o processo movido pela Oracle por quebra de direitos autorais no Android, fez com que o Google tomasse uma medida radical. A empresa norte-america anunciou em setembro de 2013 seus planos para remover do Chrome o suporte a NPAPI ‘até o final de 2014’

Com esta atitute, fica efetivamente eliminado o suporte a Silverlight, Java, Facebook Video e outros plug-ins semelhantes baseados em NPAPI.

Oracle-VS-GoogleRecentemente, o Google reviu seus planos passou o planeamento de remover completamente a NPAPI para o final de 2015. Entretanto, a partir de abril de 2015, iniciando com a versão do Google Chrome 42, a Google adicionou um opção para configurar plug-ins baseados na NPAPI.

A Oracle, através de um comunicado disponibilizado na página www.java.com recomenda “enfaticamente” que os usuários do Java considerem alternativas ao Chrome assim que possível. Recomendam que utilizem o Firefox, o Internet Explorer ou Safari como opções “definitivas”.

Esta semana, mais precisamente na terça-feira, dia 26/05, o governo dos Estados Unidos tomou partido contra o Google e disse que a Suprema Corte do país não deve ouvir o apelo da empresa na disputa contra a Oracle com amplas implicações para a indústria de tecnologia, de acordo com um documento apresentado à corte.

O caso envolve o quão abrangente deve ser a proteção dos direitos autorais para a linguagem de programação Java. A Oracle venceu uma decisão do tribunal de apelações federal no ano passado, que garante o direito autoral de partes do Java, mas o Google argumenta que deveria ter liberdade para usar Java sem pagar licenciamento.

O Google, que usou Java para projetar seu sistema operacional para smartphones Android, apelou à Suprema Corte dos EUA. O tribunal então pediu ao governo Obama em janeiro para se pronunciar sobre o caso. Segundo o Google, uma vitória da Oracle pode obstruir “um grande volume de inovação”, porque os desenvolvedores de software não seriam capazes de construir livremente sobre o trabalho uns dos outros. Mas a Oracle diz que a proteção efetiva de direitos de autor é a chave para a inovação de software.

O advogado-geral norte-americano, Donald Verrilli, disse no documento apresentado nesta terça-feira que o argumento do Google de que o código não tem direito à proteção “não tem mérito” e que não precisa ser revista pela Suprema Corte. A Suprema Corte deve decidir sobre o caso até junho.

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