No Japão os códigos QR estão a ser muitos utilizados em diversas áreas, como, por exemplo, nas campas. Já se pode encontrar o código QR respetivo identificando o morto, tal como a data da sua morte e toda informação necessária. O “Kuyou no mado” é a idéia polêmica lançada pela empresa Ishinokoe, que significa “A voz das pedras”.

Um cemitério na cidade Roskilde, Dinamarca também está a utilizar esta prática. O maior fabricante de campas na Dinamarca acredita que o sistema servirá para manter vivo o legado das pessoas após a morte. Dorthe Frydenlund é uma das pessoas que já está usando o recurso. Ela instalou um QR code no jazigo de seu pai. “É uma a oportunidade para que outras pessoas possam conhecer a sua história de vida. É uma boa maneira do meu filho pode lembrar de seu avô”, relata ela. O filho de Dorthe, Nikolai, tem um smarphone com um programa que escaneia o código para exibir fotos e um resumo da vida de seu avô.

Em Israel, Yoav Medan não sabia o que escrever na lápide da sua mãe, Judith. O executivo do ramo da tecnologia médica decidiu então colocar um código QR para que qualquer um pudesse ser reencaminhado do cemitério em Haifa para o site criado por Yoav. “Não sabia o que havia de escrever no túmulo (…), assim posso torná-lo dinâmico e com o tempo, torná-lo maior e melhor”, afirmou Yoav ao Mashable.

Mas… o que é o código QR? Segundo o site Wikipédia, o código QR é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente interpretado usando a maioria dos telemóveis/celulares modernos equipados com câmera. Esse código é convertido num pedaço de texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.

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