{"id":1595,"date":"2013-03-06T07:34:14","date_gmt":"2013-03-06T07:34:14","guid":{"rendered":"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/?p=1595"},"modified":"2013-03-05T22:56:22","modified_gmt":"2013-03-05T22:56:22","slug":"a-motivacao-em-tempos-de-crise-um-acto-de-reflexao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/meiobyte.com\/mb\/a-motivacao-em-tempos-de-crise-um-acto-de-reflexao\/","title":{"rendered":"A Motiva\u00e7\u00e3o em tempos de crise \u2013 um acto de reflex\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong><span style=\"color: #ff6600;\">&#8220;Quando pensamos como motivar pessoas, talvez dev\u00eassemos primeiro pensar em o que \u00e9 o que nos mobiliza para uma ac\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca de empenhamento, de compromisso, de pactual assump\u00e7\u00e3o dos valores, ideais, metas, objectivos que algu\u00e9m nos prop\u00f5e como fi\u00e1veis, seja em fam\u00edlia, em c\u00edrculos informais de comunh\u00e3o de interesses, na sociedade ou nas empresas.&#8221;<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/win_win.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-1596\" title=\"win_win\" src=\"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/win_win-240x300.jpg\" alt=\"\" width=\"149\" height=\"187\" srcset=\"https:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/win_win-240x300.jpg 240w, https:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/win_win.jpg 546w\" sizes=\"(max-width: 149px) 100vw, 149px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste sentido, o termo <em><strong><span style=\"color: #0000ff;\">engagement<span style=\"color: #000000;\"><a title=\"\" href=\"#_ftn1\"><span style=\"color: #000000;\">[1]<\/span><\/a><\/span><\/span><\/strong><\/em>, com tradu\u00e7\u00e3o pouco consensual e definida, pode aqui ganhar espa\u00e7o, ainda que este conceito seja dif\u00edcil de gerir, porque abra\u00e7a fronteiras do indiv\u00edduo que n\u00e3o s\u00e3o propriedade p\u00fablica, empresarial ou eventualmente de cidadania, e por isso, mais complicado ser\u00e1 digeri-lo, no quotidiano de cada um, no estabelecimento das suas rotinas, no desenho dos seus processos, na inscri\u00e7\u00e3o dos seus objectivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->Agora, quando a gest\u00e3o de pessoas em tempos de crise se pauta pela necessidade, pela manuten\u00e7\u00e3o do status quo, inclusive, pela responsabiliza\u00e7\u00e3o do cargo ocupado que gere valor para o encargo da\u00ed resultante, que \u00e9 sobretudo, e cada vez mais, o fardo emocional de percepcionar o antes e antever o depois que se compreende como ap\u00f3s a presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e o regresso ao ambiente familiar. E aqui, aos olhos dos gestores, devemos assumir que as rela\u00e7\u00f5es s\u00e3o pontes <em><span style=\"color: #000000;\">perfectly engaged<\/span><\/em>, e que muito frequentemente s\u00e3o desvalorizadas, reduzindo-as a meras rala\u00e7\u00f5es, quest\u00f5es de somenos import\u00e2ncia. Lembremos que o principal <em><span style=\"color: #000000;\">focus<\/span><\/em> da motiva\u00e7\u00e3o passa pelo alcance da plenitude, pelo preenchimento do<em> <span style=\"color: #000000;\">inner self<\/span><\/em> e que a vari\u00e1vel familiar e tudo o que lhe est\u00e1 inerente deve ser a \u00faltima barreira ps\u00edquica, f\u00edsica e social a ser rompida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, quando se aborda o fen\u00f3meno motivacional, devemos compreender que antes que as pessoas permitam que ocorra invas\u00e3o, pela crescente e prom\u00edscua necessidade de controlo entre os dom\u00ednios pessoal e profissional, muitas vezes consentidos, h\u00e1 que fazer acontecer a evas\u00e3o, em corpo e alma, preferencialmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, qual a mobiliza\u00e7\u00e3o das pessoas para a evas\u00e3o? Curiosamente, coisas m\u00ednimas na esfera do Ser. A transpar\u00eancia, a verdade, a propriedade do que \u00e9 genu\u00edno. Aliemos estas caracter\u00edsticas da personalidade \u00e0 benevol\u00eancia, e poderemos dizer que, naturalmente, as pessoas sentir\u00e3o empatia, conforto e identifica\u00e7\u00e3o corporativa.<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, como passamos para o est\u00e1dio da motiva\u00e7\u00e3o? Este \u00e9, claramente, um processo individual, de auto-apropria\u00e7\u00e3o da realidade, de constru\u00e7\u00e3o subjectiva e onde poder\u00e3o constituir parte integrante as experi\u00eancias e viv\u00eancias de cada um, a sua capacidade de aprendizagem e inova\u00e7\u00e3o, enquanto instrumento de proactividade personal\u00edstica em tudo o que o indiv\u00edduo pensa, faz e sente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afinal, onde est\u00e1 o vencedor, o l\u00edder, o catalisador da mudan\u00e7a, o vision\u00e1rio que h\u00e1 em cada um de n\u00f3s? Uns descobrem-no rapidamente e v\u00e3o superando os seus \u201csupostos\u201d limites diariamente, outros v\u00e3o aos poucos compreendendo a necessidade de introduzirem mudan\u00e7a, inova\u00e7\u00e3o, ruptura nos seus processos de vida e outros ainda nunca chegam a descobrir o seu imenso potencial de cria\u00e7\u00e3o, liberta\u00e7\u00e3o, enfim, de energia, porque afinal \u00e9 disto que se trata o fluxo da motiva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O suposto lirismo com que se transmite esta ideia, \u00e9 a necessidade que temos de criar um espa\u00e7o de positividade no nosso subconsciente que apesar de reconhecer o sofrimento, o sentimento da pr\u00f3pria crise, garante ao mesmo a condi\u00e7\u00e3o de que s\u00f3 o indiv\u00edduo consegue transfigurar-se, de forma crente e convicta, de que o \u00fanico rumo poss\u00edvel \u00e9 ser um bom condutor de energia de e para o seu subconsciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pretende-se enquadrar o indiv\u00edduo, enquanto guardador de talento ao servi\u00e7o das suas necessidades e reposicionando a sua identidade no plano do <em><span style=\"color: #000000;\">self<\/span><\/em>, porque s\u00f3 assim pode existir N\u00f3s, para que subsista o Eu e persista o Tu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No tocante ao indiv\u00edduo, enquanto empregado, hoje, mais do que nunca, a cidadania organizacional deve almejar o preenchimento de espa\u00e7os que o Estado j\u00e1 n\u00e3o mais consegue suportar, mas n\u00e3o partindo do material, e sim criando momentos de gratid\u00e3o, envolvimento, de celebra\u00e7\u00e3o, reconhecendo as melhores pr\u00e1ticas laborais e os elevados contributos de cada um para os sucessos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afinal, hoje n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil prometer dar, quando se pode cumprir, oferecendo. Estaremos a trabalhar na gest\u00e3o dos intang\u00edveis, desenhando um <em><span style=\"color: #000000;\">passeio da fama<\/span><\/em> (qual <em>hollywood style<\/em>) associado \u00e0 obra di\u00e1ria, iluminando esse percurso, emoldurando momentos, glorificando faces e dignificando nomes. Este \u00e9 seguramente o melhor presente para a motiva\u00e7\u00e3o que aqui ganha uma dimens\u00e3o de <em><span style=\"color: #000000;\">prime time<\/span><\/em> na gest\u00e3o empresarial<em>\u2026<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Motivar, \u00e9 estar presente. Dizer presente. Criando teias de (inter)ac\u00e7\u00e3o disciplinares, propiciando sinergias, economias de escala corpo-alma e associa\u00e7\u00f5es comportamentais que se traduzem em verdadeiros<em><strong><span style=\"color: #ff0000;\"> win-win<\/span><\/strong><\/em> para todas as partes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, tanto na sociedade civil e, de igual modo, no meio laboral, as boas pr\u00e1ticas apontam no sentido da aposta no Ser em detrimento do Ter, e previamente ao Estar. Apenas porque o Ser, implica a possibilidade de questionamento do status quo, de ruptura, de adaptabilidade, personifica\u00e7\u00e3o de comportamentos (ac\u00e7\u00e3o e reac\u00e7\u00e3o) e se a vontade \u00e9 vencer, progredir e mudar, h\u00e1 que saber ceder sem comprometer, criando tempos de (auto)conhecimento e gerando espa\u00e7os para estabelecimento de cumplicidades, la\u00e7os, enfim, Confian\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A motiva\u00e7\u00e3o pressup\u00f5e intelig\u00eancia na abordagem, pelo que a principal ilac\u00e7\u00e3o a tirar \u00e9, se a uni\u00e3o faz a for\u00e7a, porque n\u00e3o suportar um \u00e9lan baseado na franqueza, naturalidade, firmeza mas cultivando a abertura e isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa ser\u00e1 a antec\u00e2mara de algo ainda maior, onde todos poderemos descobrir (mais) her\u00f3is nas encruzilhadas da pr\u00f3pria vida, e porque n\u00e3o sermos um her\u00f3i para algu\u00e9m num dado momento, poderemos sentir (com)paix\u00e3o e gratid\u00e3o nos diferentes momentos, fazer sobressair autenticidade nos la\u00e7os que constitu\u00edmos seja em que dimens\u00e3o da vida for, incrementando os nossos ideais e valores, trabalhar o nosso interior no conhecimento das nossas for\u00e7as e da sua optimiza\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o dos nossos sonhos, vontades e sobretudo, a nossa Vis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Teremos de viajar dentro e fora de fronteiras, absorver novos aromas e fragr\u00e2ncias, celebrar e celebrar, aprender sempre, sermos pacientes, n\u00e3o desistir porque se aumenta a cad\u00eancia da nossa resist\u00eancia \u00e0 mediocridade mas tamb\u00e9m perceber que s\u00f3 com trabalho duro, rigoroso, inovando em processos para alcance ou supera\u00e7\u00e3o de resultados, poderemos ser a melhor pessoa que conhecemos e fazer com que a nossa Vida ganhe sentido, forma e profundidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Este seria o melhor tributo \u00e0 (<span style=\"color: #008080;\">nossa<\/span>) Motiva\u00e7\u00e3o!<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff6600;\"><strong>Fonte:<\/strong> Nuno Silva\u00a0 &#8211; Respons\u00e1vel Local RH &#8211; Groundforce Portugal<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Nota do autor:<\/strong><strong> <span style=\"color: #ff0000;\">O signat\u00e1rio escreve de acordo com a antiga ortografia.<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #000000;\"><a title=\"\" href=\"#_ftnref1\"><span style=\"color: #000000;\">[1]<\/span><\/a><\/span> <em><span style=\"color: #0000ff;\">Engagement<\/span><\/em><\/strong> \u2013 <em><span style=\"color: #ff6600;\">em tradu\u00e7\u00e3o para portugu\u00eas, e com recurso \u00e0 comunidade web, o conceito n\u00e3o \u00e9 espec\u00edfico, aplicando-se a termos como compromisso, envolvimento, obriga\u00e7\u00e3o, noivado, contrato, encontro. No contexto empresarial, e mais concretamente no \u00e2mbito RH, a tradu\u00e7\u00e3o literal far\u00e1 mais sentido quando se fala de uma fus\u00e3o entre compromisso e envolvimento.<\/span><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/share.php?u=https%3A%2F%2Fmeiobyte.com%2Fmb%2Fa-motivacao-em-tempos-de-crise-um-acto-de-reflexao%2F&amp;t=A%20Motiva%C3%A7%C3%A3o%20em%20tempos%20de%20crise%20%E2%80%93%20um%20acto%20de%20reflex%C3%A3o\" id=\"facebook_share_both_1595\" style=\"font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; padding:2px 0 0 20px; height:16px; background:url(http:\/\/b.static.ak.fbcdn.net\/images\/share\/facebook_share_icon.gif) no-repeat top left;\">Partilhe no Facebook<\/a>\n\t<script type=\"text\/javascript\">\n\t<!--\n\tvar button = document.getElementById('facebook_share_link_1595') || document.getElementById('facebook_share_icon_1595') || document.getElementById('facebook_share_both_1595') || document.getElementById('facebook_share_button_1595');\n\tif (button) {\n\t\tbutton.onclick = function(e) {\n\t\t\tvar url = this.href.replace(\/share\\.php\/, 'sharer.php');\n\t\t\twindow.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');\n\t\t\treturn false;\n\t\t}\n\t\n\t\tif (button.id === 'facebook_share_button_1595') {\n\t\t\tbutton.onmouseover = function(){\n\t\t\t\tthis.style.color='#fff';\n\t\t\t\tthis.style.borderColor = '#295582';\n\t\t\t\tthis.style.backgroundColor = '#3b5998';\n\t\t\t}\n\t\t\tbutton.onmouseout = function(){\n\t\t\t\tthis.style.color = '#3b5998';\n\t\t\t\tthis.style.borderColor = '#d8dfea';\n\t\t\t\tthis.style.backgroundColor = '#fff';\n\t\t\t}\n\t\t}\n\t}\n\t-->\n\t<\/script>\n\t<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Quando pensamos como motivar pessoas, talvez dev\u00eassemos primeiro pensar em o que \u00e9 o que nos mobiliza para uma ac\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca de empenhamento, de compromisso, de pactual assump\u00e7\u00e3o dos valores, ideais, metas, objectivos que algu\u00e9m nos prop\u00f5e como fi\u00e1veis, seja em fam\u00edlia, em c\u00edrculos informais de comunh\u00e3o de interesses, na sociedade ou nas empresas.&#8221; 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