{"id":2882,"date":"2016-06-23T23:45:37","date_gmt":"2016-06-23T22:45:37","guid":{"rendered":"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/?p=2882"},"modified":"2016-06-23T23:45:37","modified_gmt":"2016-06-23T22:45:37","slug":"estudo-prova-que-os-homens-nao-conseguem-largar-os-seus-telemoveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/meiobyte.com\/mb\/estudo-prova-que-os-homens-nao-conseguem-largar-os-seus-telemoveis\/","title":{"rendered":"Estudo prova que os homens n\u00e3o conseguem largar os seus telem\u00f3veis"},"content":{"rendered":"<p><em><strong><span style=\"color: #ff6600;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8220;<\/span>J\u00e1 as mulheres aguentam o dobro do tempo sem tocar nos seus telefones, mas mesmo assim n\u00e3o mais do que um minuto<span style=\"color: #000000;\">&#8220;<\/span><\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/DigAm.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2883 alignleft\" src=\"http:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/DigAm-296x300.png\" alt=\"DigAm\" width=\"80\" height=\"81\" srcset=\"https:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/DigAm-296x300.png 296w, https:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/DigAm-150x150.png 150w, https:\/\/meiobyte.com\/mb\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/DigAm.png 598w\" sizes=\"(max-width: 80px) 100vw, 80px\" \/><\/a>Se estiver no caf\u00e9 \u00e0 espera de um amigo ou na sala de espera de um consult\u00f3rio m\u00e9dico at\u00e9 que o chamem, quanto tempo acha que demora a mexer no seu telem\u00f3vel &#8211; dois minutos? Tr\u00eas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma experi\u00eancia conduzida a pedido da <strong><span style=\"color: #ff6600;\">Kaspersky Lab<\/span><\/strong> pelas universidades de <strong><span style=\"color: #ff6600;\">W\u00fcrzburg<\/span><\/strong> e <strong><span style=\"color: #ff6600;\">Nottingham-Trent<\/span><\/strong> descobriu que todos participantes deixados numa sala de espera sozinhos demoraram uma m\u00e9dia de apenas 44 segundos a mexer nos seus smartphones. Analisadas por g\u00e9neros, as conclus\u00f5es s\u00e3o ainda mais surpreendentes: os homens n\u00e3o aguentam mais de 21 segundos sem compara\u00e7\u00e3o com as mulheres em 57 segundos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dez minutos depois de terem sido deixados sozinhos com os seus dispositivos, os participantes foram questionados quanto tempo pensavam ter passado sem tocar nos seus telefones. A maioria disse entre dois e tr\u00eas minutos, mostrando um claro desfasamento entre perce\u00e7\u00e3o e comportamento real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prop\u00f3sito destes resultados, Jens Binder, da Universidade de Nottingham Trent, afirmou que &#8220;a experi\u00eancia sugere que as pessoas est\u00e3o muito mais ligados aos dispositivos do que pensam e j\u00e1 faz parte da sua natureza mexer nos smartphones quando est\u00e3o sozinhos. J\u00e1 n\u00e3o estamos dispostos a esperar mais. O imediatismo da informa\u00e7\u00e3o e as intera\u00e7\u00f5es proporcionadas pelos dispositivos inteligentes torna-os muito mais um companheiro digital e de liga\u00e7\u00e3o ao mundo exterior do que uma pe\u00e7a de tecnologia. &#8220;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As investiga\u00e7\u00f5es adicionais conduzidas pelas universidades sugerem que esta compuls\u00e3o em verificar o telefone a todo o momento pode ser resultado do medo de lhe escapar algo quando n\u00e3o est\u00e1 online, num fen\u00f3meno identificado como <em>fear of missing out <\/em>(FOMO). Num inqu\u00e9rito complementar a esta experi\u00eancia, os utilizadores com uma utiliza\u00e7\u00e3o mais intensa dos seus smartphones apresentaram um n\u00edvel muito superior de FOMO..<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em><span style=\"color: #ff6600;\">Quanto mais os participantes usam o seu telefone, mais cresce o medo de perder algo de importante sempre que n\u00e3o est\u00e3o a us\u00e1-lo. \u00c9, no entanto, dif\u00edcil dizer exatamente o que provoca o qu\u00ea: se as pessoas usam mais o telefone porque t\u00eam medo de perder algo, ou se t\u00eam mais medo precisamente porque usam o telefone cada vez mais<\/span><\/em>&#8220;, prossegue <span style=\"color: #000000;\"><strong>Astrid Carolus<\/strong><\/span>, da <strong><span style=\"color: #ff6600;\">Universidade de W\u00fcrzburg<\/span><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo tamb\u00e9m descobriu que quanto mais usamos nossos telefones, maior \u00e9 o nosso n\u00edvel de stress. Mas, surpreendentemente, quando questionados acerca do seu n\u00edvel de felicidade geral, n\u00e3o houve diferen\u00e7a entre os resultados dos utilizadores de telem\u00f3veis menos frequentes e mais frequentes. Assim, o stress causado pelo uso de smartphones n\u00e3o parece ter uma grande influ\u00eancia sobre nosso bem-estar em geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a sess\u00e3o de espera de 10 minutos, os participantes utilizaram o smartphone, em m\u00e9dia, quase metade desse tempo (cinco minutos). Como investiga\u00e7\u00f5es anteriores da Kaspersky Lab demonstraram, as pessoas dependem cada vez mais dos seus dispositivos m\u00f3veis nos dias de hoje, usando-os como uma extens\u00e3o do seu c\u00e9rebro, de modo a n\u00e3o terem que puxar pela mem\u00f3ria. A maioria dos entrevistados, por exemplo, n\u00e3o conseguia lembrar-se do n\u00famero de telefone do seu parceiro atual, mas ainda conseguia recordar-se do seu n\u00famero de casa quando tinham 10 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;<em><span style=\"color: #ff6600;\">Os smartphones s\u00e3o, hoje, uma parte integrante das nossas vidas, mas n\u00e3o nos devemos esquecer que s\u00e3o uma comodidade que as pessoas tendem a dar como garantida. T\u00ea-los connosco o tempo todo, faz-nos muitas vezes esquecer o qu\u00e3o valiosos estes dispositivos podem realmente ser, dadas as mem\u00f3rias pessoais e outros dados importantes que guardam em si<\/span><\/em>&#8220;, acrescenta <strong><span style=\"color: #000000;\">David Emm<\/span><\/strong>, investigador s\u00e9nior de seguran\u00e7a da <strong><span style=\"color: #ff6600;\">Kaspersky Lab<\/span><\/strong>. &#8220;<em><span style=\"color: #ff6600;\">Mas n\u00e3o s\u00e3o apenas valiosos e preciosos para n\u00f3s, mas tamb\u00e9m para os criminosos. Se a nossa informa\u00e7\u00e3o pessoal for de alguma forma comprometida, seja por roubo ou por ataque de malware, arriscar\u00edamos perder a liga\u00e7\u00e3o a amigos e a fontes de informa\u00e7\u00e3o<\/span> <\/em>&#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo dos \u00faltimos dois anos, a Kaspersky Lab tem vindo a investigar os efeitos sociais da digitaliza\u00e7\u00e3o e como isso torna as pessoas potencialmente mais vulner\u00e1veis ao cibercrime. Uma vis\u00e3o geral dos resultados est\u00e1 dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/amnesia.kaspersky.com\/\">http:\/\/amnesia.kaspersky.com\/<\/a>.<\/p>\n<p>Fonte: <strong><span style=\"color: #000000;\">Kaspersky Lab Ib\u00e9ria<\/span><\/strong> e <strong><span style=\"color: #ff6600;\">Adding Value<\/span><\/strong><\/p>\n<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/share.php?u=https%3A%2F%2Fmeiobyte.com%2Fmb%2Festudo-prova-que-os-homens-nao-conseguem-largar-os-seus-telemoveis%2F&amp;t=Estudo%20prova%20que%20os%20homens%20n%C3%A3o%20conseguem%20largar%20os%20seus%20telem%C3%B3veis\" id=\"facebook_share_both_2882\" style=\"font-size:11px; line-height:13px; font-family:'lucida grande',tahoma,verdana,arial,sans-serif; text-decoration:none; padding:2px 0 0 20px; height:16px; background:url(http:\/\/b.static.ak.fbcdn.net\/images\/share\/facebook_share_icon.gif) no-repeat top left;\">Partilhe no Facebook<\/a>\n\t<script type=\"text\/javascript\">\n\t<!--\n\tvar button = document.getElementById('facebook_share_link_2882') || document.getElementById('facebook_share_icon_2882') || document.getElementById('facebook_share_both_2882') || document.getElementById('facebook_share_button_2882');\n\tif (button) {\n\t\tbutton.onclick = function(e) {\n\t\t\tvar url = this.href.replace(\/share\\.php\/, 'sharer.php');\n\t\t\twindow.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');\n\t\t\treturn false;\n\t\t}\n\t\n\t\tif (button.id === 'facebook_share_button_2882') {\n\t\t\tbutton.onmouseover = function(){\n\t\t\t\tthis.style.color='#fff';\n\t\t\t\tthis.style.borderColor = '#295582';\n\t\t\t\tthis.style.backgroundColor = '#3b5998';\n\t\t\t}\n\t\t\tbutton.onmouseout = function(){\n\t\t\t\tthis.style.color = '#3b5998';\n\t\t\t\tthis.style.borderColor = '#d8dfea';\n\t\t\t\tthis.style.backgroundColor = '#fff';\n\t\t\t}\n\t\t}\n\t}\n\t-->\n\t<\/script>\n\t<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;J\u00e1 as mulheres aguentam o dobro do tempo sem tocar nos seus telefones, mas mesmo assim n\u00e3o mais do que um minuto&#8220; 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